Estudantes da rede estadual celebram Novembro Negro
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Como parte das ações voltadas à campanha do Novembro Negro, em alusão ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, os estudantes do Colégio Estadual Clarisse Santiago dos Santos, localizado no bairro do Arenoso, em Salvador, protagonizaram, nesta terça-feira (11), mais um desfile voltado para a valorização da cultura, identidade e raízes do povo negro. Desta vez, as passarelas foram os corredores da Secretaria da Saúde do Estado (SESAB), que foram preenchidos com cores e texturas dos figurinos produzidos pelos próprios estudantes.
A coordenadora de Educação Antirracista, Relações Étnico-raciais e Diversidade da Secretaria da Educação do Estado (SEC), Carla Nogueira, que acompanhou o desfile, destacou que a iniciativa começou com a ação “Ocupa SEC: Novembro Negro”, realizada este mês. “Agora, a ação foi ampliada para a Secretaria da Saúde, transformando-se no Ocupa SESAB, levando conscientização, identidade, estética e trabalho autoral de estudantes da rede estadual de ensino”, informou.
O chefe de gabinete da SESAB, Cícero de Andrade Filho, parabenizou a SEC e a escola pela iniciativa. “A Secretaria da Saúde estará sempre de portas abertas para ações como esta, principalmente no Novembro Negro, pois a nossa secretaria também já se insere neste trabalho. A arte tem que sair das escolas e ir para outras unidades do Governo do Estado. Temos que comemorar o Novembro Negro não só no dia 20, mas também durante o ano com essas manifestações culturais que reafirmam a luta do povo negro e todas as tradições culturais”, disse.
Empoderamento e identidade
Os figurinos usados pelos estudantes foram desenhados, customizados e costurados no Ateliê Criativo Jovem em Ação, durante uma oficina ministrada pelo estilista de moda e sustentabilidade Rey Vilas Boas. O desfile foi conduzido pelo grupo Percussão Tamborizada, formado por estudantes da escola, dando o tom musical e animando o público presente.
A estudante Gabrielly Santos, de 15 anos, do 9º ano, falou sobre a importância de levar o desfile para fora do ambiente escolar. “É muito importante ocupar outros espaços, como a SEC e a SESAB, para mostrar este trabalho desenvolvido na escola. As nossas roupas são feitas com materiais recicláveis ou doados pela comunidade, e isso é muito interessante. Devemos celebrar o Novembro Negro todos os dias”, enfatizou.
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